quarta-feira, 25 de março de 2009

Vale a pna tentar de novo?

Muitas vezes nos encontramos sofrendo e ignoramos os sinais evidentes que o relacionamento que estamos mantendo não está bem e, mesmo assim, continuamos a investir nosso tempo, damos nosso amor e ignoramos os sinais e nossos sentimentos.

Chegamos a ter sintomas físicos e sequer associamos com a relação afetiva que mantemos. Geralmente fazemos isso por motivações inconscientes.

Recriamos situações do passado, com o intuito inconsciente, de resolvermos essas mesmas situações.

E assim, mantemos os conflitos originais e perdemos a oportunidade de criarmos relações saudáveis ao permitir que nos façam sofrer e ainda lamentamos se essa mesma pessoa for embora de nossa vida.

Choramos desesperadamente, e nos esquecemos completamente do quanto estávamos, ou ainda estamos, sofrendo.

Ignoramos nosso valor enquanto pessoa e fazemos de tudo para que essa relação doentia se estabeleça novamente, caso ela tenha terminado. Dificilmente, percebemos que estamos tão doentes quanto nossa relação.

Para identificar como está sua relação afetiva, responda sinceramente às perguntas que estão abaixo:

Ouve constantemente o outro dizer que não teve tempo de te ligar?

As palavras raramente são coerentes com as atitudes?

Ou seja, o outro diz uma coisa e demonstra outra?

A realidade está muito distante do que gostaria que fosse?

Está sempre suportando demais, tornando seus próprios limites acima do suportável?

Têm tido alguns sintomas físicos, como dores musculares constantes, enjôos, vontade de vomitar, dores de estômago, febre, urticária ou algum outro sintoma?

Não há mais objetivos em comum, não querem e nem lutam pelas mesmas coisas?

Sente-se inseguro constantemente?

Tem feito a maioria dos programas sozinho, porque o outro nem sempre quer acompanhar?

Você se sente sempre triste?

Tem chorado praticamente todos os dias?

Deseja controlar o outro com o intuito de ter mais controle na relação?

Os beijos estão ficando escassos?

A relação sexual não tem mais o mesmo calor e tesão de tempos atrás?

O diálogo passou a ser uma troca de cobranças, críticas, acusações e agressões?

Acontecimento do passado tem sido lembrado com freqüência, principalmente durante as brigas?Tem se sentido sem energia, cansado?

Não se sente muito importante para o outro, que sempre tem outras coisas para fazer e que você não está incluído?

Sua auto-estima está baixa?

Tem feito muito mais coisas para o outro, esquecendo-se muitas vezes de si mesmo?

Está sempre esperando que o outro mude, ou ao menos, volte a ser como era antes?

Vocês tem tido mais brigas que momentos de tranqüilidade, harmonia e paz?

Está sempre esperando ou pedindo mais atenção, carinho, demonstração de amor?

Sente falta de ter alguém para ouvir como foi seu dia, suas dificuldades?

O diálogo, onde cada um fala de seus próprios sentimentos está cada vez mais escasso ou nunca existiu?

Sente-se sozinho mesmo quando acompanhado?

Infelizmente esses são apenas alguns sinais de uma relação afetiva doente, pois ainda há situações de traições, mentiras, que sequer foram incluídas.

Mas se suas respostas às questões acima foram mais "sim" do que "não", provavelmente seu relacionamento afetivo está com problemas, para não dizer doente. Geralmente quando nos permitimos manter uma relação doentia, ela pode estar refletindo a doença de ambos e nesse caso é preciso muita disposição interna para enfrentar a situação da maneira que se apresenta, se desejamos que a relação, ou nós mesmos, sejamos curados.

O assunto é tão sério que muitas pessoas chegam a desenvolver algumas doenças ou têm sintomas e ignoram que isso seja a somatização daquilo que estão vivenciando.

Por exemplo, a febre pode representar a raiva de determinada situação; a vontade de vomitar pode manifestar uma dificuldade em digerir alguma situação; as dores musculares podem indicar a tensão interna pelo qual está passando.

Esses são apenas alguns dos sintomas mais comuns quando algo não vai bem não apenas no aspecto físico, mas principalmente no emocional.

Caso esteja tendo algum desses sintomas, relacione com suas dificuldades atuais e pense se o seu corpo não está apenas refletindo seus sentimentos mais profundos.

Mas é possível se curar, buscando uma relação saudável, ou refletir se vale à pena continuar mantendo esse relacionamento. Analise como está sua relação, caso ainda a tenha, ou como foi sua última relação.

É isso que deseja para você? ,
Se pensar em como gostaria que fosse um relacionamento, o que você está tendo está próximo disso?
O primeiro passo para a cura é identificar os sinais, refletir sobre as dificuldades pessoais e o quanto seu próprio histórico de vida pode estar refletindo na relação.
Depois é imprescindível uma conversa franca com o outro, sem acusações ou busca por culpados, mas com o desejo sincero de tornar a relação saudável.
Durante essa conversa é importante perceber se há disposição do outro em aceitar também a responsabilidade da relação estar como se mostra e se deseja tanto quanto você se comprometer com a melhora.
Se isso não acontecer dependerá de você saber o que é melhor.
Há pessoas que chegam a se sentir culpadas em querer que a outra pessoa demonstre o amor que sente.
Claro que cada um tem seu próprio jeito de demonstrar amor, mas algumas coisas são básicas em um relacionamento.
Como alguém pode se sentir importante e valorizado tendo constantemente que pedir atenção e amor?
Como se sentir seguro quando nos relacionamos com alguém que age como se tudo é mais importante que nós?
Claro que é inevitável ter expectativas quando nos relacionamos com alguém, mas isso é muito diferente de ignorar a realidade só para manter a relação, principalmente, quando os sinais são evidentes e insistimos em ignorá-los, perpetuando assim, nosso sofrimento. Muitas vezes a realidade está muito distante da verdade que gostaríamos e insistimos em acreditar.
Mas lidar com a realidade, respeitando os sinais, ainda que nos cause muito sofrimento, talvez seja a maneira mais saudável para criarmos um caminho muito mais iluminado que a escuridão em que algumas vezes nos encontramos e que, infelizmente, ignoramos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Não precisa ser para sempre, mas precisa ser até o fim!

‘Para sempre’, em minha opinião, é nada mais nada menos que um dia depois do outro. Ou seja, é construção.
Em princípio, não existe. Mas basta que façamos a mesma escolha sucessivamente e teremos construído o ‘para sempre’.
O que quero dizer é que o ‘sempre’ não é magia nem tampouco um tempo que pré-exista. Ele é conseqüência.

Nada mais que conseqüência de uma sucessão de dias, vividos minuto por minuto.
Quanto ao amor, tem gente que acredita que só é de verdade se durar “até que a morte os separe”. Outras, como o grande Vinícius de Moraes poetizou, apostam no “que seja eterno enquanto dure”.
Eu, neste caso, admiro a coragem de quem vai até o fim, de quem se entrega inteiramente ao que sente, de quem se permite viver aquilo que seu coração pede até que todas as chamas se apaguem. Mais do que isso: até que as brasas esfriem e – depois de todas as tentativas – nada mais possa ser resgatado do fogo que um dia ardeu.
Claro que não estou defendendo a constância indefinida de atitudes desequilibradas, exageros desnecessários ou situações destrutivas.
Mas concordo plenamente com o que está escrito no comovente “Quase”, de Sarah Westphal (muitas vezes atribuído a Luiz Fernando Veríssimo):
.... “Pros erros há perdão; pros fracassos, chance; pros amores impossíveis, tempo. De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma.
Um romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance.
Não deixe que a saudade sufoque, que a rotina acomode, que o medo impeça de tentar” ...
Porque de corações partidos por causa de um amor vivido pela metade as ruas estão cheias. Assim como de almas que perambulam feito pontos-de-interrogação, a se questionar o que mais poderiam ter feito para que o outro também estivesse presente, para que não fugisse tão furtivamente, tão covardemente, tão sordidamente.
É por isso que insisto: muito mais do que nos preocuparmos com o ‘para sempre’, precisamos começar a investir no ‘até o fim’, para que o ‘agora’ tenha mais significado, para que as intenções, as palavras, as atitudes e todos os recomeços façam parte de uma história mais sólida, menos prostituída, que realmente valha a pena.
Então, questione-se: o coração ainda acelera quando o outro se aproxima?
O peito ainda dói de saudade?
O desejo ainda grita, perturbando o silêncio da noite?
Não chegou ao fim! Não acabou.
Sei que, em alguns casos, motivos de força maior impedem um amor de ser vivido (e daí a separação pode ser sinal de maturidade), mas na maioria das vezes o que afasta dois corações é muito mais intolerância, ilusões ou auto-defesas tolas do que algo que realmente justifique o lamentável desfecho.
O outro não quer? Desistiu? Acovardou-se?
Ok! Por mais incoerente que pareça, é um direito dele.
Esteja certo de que você fez o que estava ao seu alcance e depois... bem, depois recolha-se e pondere: “pros amores impossíveis, tempo”.
Tempo em que você terminará descobrindo que a vida tem seu jeito misterioso de fazer o amor acontecer, mas que – no final das contas – feliz mesmo é quem, apesar de tudo, tem coragem de ir até o fim!

Tá doendo ??? então, solta!!!

Sabe quando você vive uma situação difícil, angustiante e que te incomoda?
Quando você não sabe o que dizer, o que fazer ou como agir para que a dor passe ou ao menos diminua?
Pois vou te contar o que tenho descoberto, por experiência própria!
Em primeiro lugar, observe a situação toda e, sobretudo, observe a si mesmo e os seus comportamentos. Errou?
Tente consertar e, de qualquer modo, peça desculpas!Fez ou falou o que não devia?
Explique-se, seja sincero, não tente esconder seu engano ou fingir que nada aconteceu...
Valide a dor do outro, sempre.
Ta difícil conseguir uma nova chance?
Dê um tempo. Espere...
Às vezes, algumas noites bem dormidas e alguns dias sem a imposição de sua presença ou a insistência de suas tentativas são preponderantes para que os sentimentos bons sejam resgatados e para que um coração possa ser reconquistado.
Por fim, fez tudo isso e não deu certo? Não rolou?
A pessoa até te perdoou, mas a massa desandou, a história se perdeu, os desejos esfriaram?!?Você se sente inconformado, esmagado pelo arrependimento, atordoado pela tristeza do que poderia ter sido e não foi? Tem a sensação de que estragou tudo?
Não sabe mais o que fazer para parar de doer?
Acredite, só tem um jeito: solta!A dor é conseqüência de um apego inútil!
Deixa ir... Deixa rolar... Se você já fez o que podia fazer, tentou e não deu, confie na vida, confie no Universo e siga em frente.
Pare de se lamentar, pare de se debater e de se perder cada vez mais, e tenha a certeza absoluta de que o que tiver de ser, será!
Quando essa certeza chega, é impressionante: a gente simplesmente relaxa e solta!
E quando solta, a dor começa a diminuir, e a gente começa a compreender que está tudo certo, mesmo quando não temos a menor idéia de que “certo” é esse.
Mas quando menos esperamos, tudo fica absolutamente claro!
Não se trata de desistir, mas de confiar! Isso é o que se chama “FÉ”! Isso é o que desejo a mim e a você, quando algo estiver doendo em nós...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Quem ama perdoa



Todos nós, quando estamos apaixonados, tendemos a acreditar que a pessoa amada é perfeita, que ela jamais seria capaz de fazer algo sem que soubéssemos e que pudesse nos magoar. Mas isso não é verdade por um único e óbvio motivo: somos seres em evolução e todos, absolutamente todos nós, erramos e magoamos aqueles que mais amamos...

E isso me faz lembrar de uma frase citada no filme Proposta Indecente:

“Pensei que fôssemos invencíveis.
Mas se ficamos juntos,não é porque esquecemoso que fizemos um ao outro,
e sim porque perdoamos!

Creio que essa seja uma das maneiras de perdoar!
Esquecer é impossível, mas perdoar faz parte do amor que sentimos por uma pessoa e, acima de tudo, por nós mesmos. Sendo assim, podemos chegar a duas conclusões distintas:- ou que merecemos nos dar mais uma chance porque conseguimos superar um acontecimento desagradável e continuar a relação em nome do amor;- ou que o melhor é terminar o relacionamento e recomeçar a vida de uma outra forma, pois não nos sentimos em condições de levar adiante algo que já não faz feliz mais ninguém...
Ou seja, perdoar não significa necessariamente continuar juntos, mas significa que o amor pode transcender a raiva e o orgulho e dissolver a incompreensão.
Como se conseguíssemos nos tornar maiores e mais fortes diante da sensação de termos feito a nossa parte, diante da certeza de que demos o nosso melhor e tentamos tudo o que podíamos para nos fazer felizes.
Muitas vezes, o relacionamento acaba, mas o amor continua pulsando forte. Outras vezes, o amor sucumbe e vai se tornando menor que o desejo de juntar os pedaços, de colar os cacos do que sobrou...
E outras vezes, ainda, é preciso morrer para renascer!

Enfim, a vida é feita de ciclos e o Universo é perfeito.
Tudo está em seu devido lugar e acontece exatamente como tem de acontecer.
Precisamos apenas aprender a aceitar, a receber e absorver a sabedoria divina, por mais difícil que seja - e realmente é. Mas o tempo, o amor e o perdão possibilitam a superação da dor.Como diz a música de Toquinho (Aquarela):
“O futuro é uma astronave que tentamos pilotar.
Não tem tempo, nem idade, nem tem hora de chegar.Sem pedir licença, muda a nossa vida e depois convida a rir ou chorar”
...E por acreditar nisso, descubro a cada dia o quanto vale a pena acreditar no amor, o quanto podemos ser mais e melhores ao investirmos em nossa capacidade de entender as limitações do outro, de compreender as dificuldades e os deslizes da pessoa amada, mesmo que já não faça sentido continuar com ela....
porque todos nós temos limitações, dificuldades e cometemos erros.
E porque aprendi, certa vez, que todos nós, por mais equivocados que estejamos, sempre tomamos atitudes baseados numa intenção positiva: a de sermos felizes. E o que mais podemos desejar para a pessoa que amamos, senão que ela seja muito feliz?!
Obviamente, desejamos também que as atitudes dela e as nossas sejam dignas, mas sabemos que nem sempre conseguimos e, assim, caminhamos todos em busca da evolução e do amor, precisando perdoar uns aos outros!

Relacionamento via Internet



Hoje, mais do que nunca, sem que possamos nos dar conta, todo tipo de comunicação que temos está inserida num padrão de velocidade inimaginável há poucos anos. A velocidade do mundo tem reflexo imediato em tudo o que se fala e, como não poderia deixar de ser, na rapidez de como ocorrem as afinidades nos relacionamentos. Se a pessoa na hora decide que gosta, o relacionamento pode seguir adiante até onde se entender que está tudo bem; se não gosta, para-se logo no começo evitando futuros tropeços. A Internet funciona como extensão deste desenvolvimento que já nos atinge de modo global. Dentro deste contexto, ainda existem aquelas pessoas que possuem um movimento interior mais reflexivo e que, por conta disso, acabam por não acompanhar totalmente este fluxo ininterrupto dessas rápidas e mutantes situações. De qualquer modo, a Internet acabou se transformando numa espécie de passarela como era antes em São Paulo, na rua Augusta. Local por onde as pessoas passeavam protegidas pelos seus carros (computadores) e quando gostavam de quem “viam”, (hoje isso ocorre na arte do teclar), começavam com algum papo descontraído e, se não se agradavam, partiam para outra empreitada. Notem que mesmo naquele tempo, não muito distante, também havia outras modalidades de preferências em relação aos tipos de encontro homem/mulher. Muita gente, naquela época, tinha preconceito sobre sair nas ruas deliberadamente para “paquerar”. Percebiam esse tipo de conduta como algo relacionado à muita exposição de si mesmo e alguns viam este tipo de atitude de paquera de modo pejorativo, outros tantos tinham literalmente vergonha de embarcar nestes encontros, isso sem contar com aqueles que tinham medo de serem rejeitados. Enfim, o que quero dizer é que para cada tipo de movimento em relação a uma busca afetiva, sempre existirá fatores de avanços e de recuos relativos estritamente à singularidade de cada um.Importante aqui é pontuar que muitas vezes o preconceito de algum tipo de exposição pode nos privar de termos um encontro no mínimo diferenciado; por outro lado, também não devemos nos esquecer que se deve levar em conta os limites pessoais de cada um. Tem muita gente que compactua com o acesso ao outro, via Internet, e está tudo bem, pois é um gosto pessoal. O universo de encontros é infinito e a net é só mais uma das múltiplas portas de entrada.Para inúmeras pessoas que se sentem tímidas, a Internet tem funcionado como um bálsamo, além de cumprir com o papel de uma verdadeira terapia, na qual aos poucos as pessoas começam a se soltar e, com os devidos cuidados, podem perceber que todos os que estão interconectados, de algum modo, por menos e por mais protegidos que estejam, sempre estão se expondo nas mínimas palavras que são expressas ao outro.As mulheres, geralmente são observadas como mais ansiosas e isso pode ajudar em um aspecto e dificultar em outro. O caso é que tanto as mulheres como os homens, sem diferenciação, quando ansiosos podem permanecer cegos nas percepções sutis que se pode ter sobre o outro, negligenciando a observação de aspectos importantes que revelam fatores a respeito sobre quem se está teclando. Por outro lado, a ansiedade também pode deixar que a percepção fique muito mais acurada e, por este mesmo motivo, detalhes obscurecidos por uma possível cegueira, que é comum ocorrer quando começa a haver um envolvimento emocional, tornam-se relevantes, podendo se observar melhor o que de fato está acontecendo na trama do encontro. Portanto, dependendo de cada caso, a ansiedade pode ser tanto positiva, como negativa. Para que a acuidade do conhecimento do outro pela Internet aconteça, a premissa é sempre buscar parar por alguns instantes e sair do fluxo frenético, que o universo on-line promove, e vez por outra se questionar para ver qual o lugar emocional que se está ocupando no momento. Se por acaso se perceber em algum tipo de desconforto, mude as suas posturas de contato. Saia de dentro da tela do computador e questione-se para depois voltar mais resgatado de si mesmo.A percepção clara sobre a verdade do que outro está escrevendo sempre será duvidosa, mesmo porque o ser humano vive contando mentiras sobre si mesmo e o pior é que a grande maioria nem se dá conta deste feito. Na Internet, o espaço para que este fator se desenvolva é imensamente maior porque não há uma visão física real que facilite aspectos de denúncia sobre o outro, mas tem-se também, o desenvolvimento de percepções que o universo on-line inaugura no internauta. Todo aquele que navega em comunicações dessa ordem sabe sobre o que está sendo falado aqui. São percepções que cada vez mais vão ficando menos sutis e mais evidentes sobre as verdades ou mentiras que são explanadas nas conversas. Pode-se perceber isso por meio de palavras mal usadas, por leituras em que a pessoa esquece-se do que escreveu anteriormente, etc.Existem inúmeras situações onde claramente se percebe uma mentira. Mesmo assim, deve se estar atento e vale lembrar que toda a atenção é pouca e que malandragem existe em qualquer parte do planeta e em qualquer tipo de comunicação.Em meio a tanto cuidado sobre mentiras e verdades nas conversas pela net, todos nós sabemos que também existem milhares de casos que dão certo e que existem inúmeras pessoas bem intencionadas que estão à procura de um parceiro ideal. Quando essa sintonia ocorre parece algo mágico. O alerta aqui está no fato de que todos devem necessariamente saber que a vida a dois se passa mais fora da net do que dentro e, em todas as parcerias, existe tanto o amor como a frustração. Saber sair da net com uma relação e investir no seu crescimento é, ao mesmo tempo, uma arte e uma conquista. Um mérito que hoje em dia cada vez mais pessoas se mostram plenamente capacitadas. Uma aventura de conhecimento do outro com a característica do século XXI.Também não devemos nos esquecer das pessoas que entram em sites de busca com a bandeira do fracasso pessoal. Estas, com certeza, não encontrarão em lugar algum o que dizem buscar, talvez precisassem de mais pesquisa interior para entender o que de fato as move para sucessivos fracassos a fim de deixarem de colocar a culpa no azar. Muitos costumam fazer isso em todas as áreas da vida e não só nessa dos relacionamentos pela Internet. Outra questão também é a de se ficar atento ao que se fala e ao que é teclado do outro lado, como já foi abordado anteriormente, lembrando que exposição pessoal demais também pode ser prejudicial, posto não se pode ter certeza absoluta do caráter de quem está do outro lado da tela. Portanto, preservar-se nunca é demais e se a busca é a de um relacionamento afetivo com o outro, também abrir espaço para que o jogo da sedução se instale nas conversas...

Para finalizar, penso que a grande maioria que entra em sites de relacionamento está em busca da própria felicidade no encontro com um parceiro que faça um real sentido. Estes estão literal e corajosamente apostando em si mesmos. Neste caso, a Internet funciona como mais uma importante ferramenta da atualidade para que os relacionamentos afetivos possam vir a se desenvolver.


Por: Silvia Malamud

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Sol

Eu preferia que o sol não nascesse hoje
Porque assim quando ele tocasse o meu rosto
Eu não lembraria de você
Não lembraria dos momentos que passamos juntos
Não lembraria dos teus beijos
Não lembraria das nossas juras de amor eterno
Não lembraria dos nossos planos
Não lembraria que um dia te amei de verdade
Mas ele insistiu em aparecer
Me fez lembrar tudo isso
Mas porque?
Porque o nosso amor foi verdadeiro
E as nossas lembraças jamais poderão ser apagadas
Por mais triste que o dia possa parecer
Ela sempre estará ali guadada em nossas
Memorias.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Entendimento

Talvez você não consiga entender
a dimensão do meu amor por você
mais eu quero que saiba que por você
eu seria capaz das mais profanas loucuras
por você eu viajaria o mundo a pé
por você eu ia a lua
eu pediria aos anjos que me desse uma estrela para poder te presentear
escreveria mil cartas de amor
faria juras de amor eterno
cantaria uma canção para te ninar
beijaria o chão
eu tomaria banho gelado no inverno
te compraria flores todos os dias
te guiaria pelo um cominho de luz
tudo isso eu faria por você....

Lutar

Hoje acordei pensando em você
Lembrei do nosso amor
E como seria bom se você estivesse aqui
Para livrar-me dessa dor
Sei que o tempo foi ingrato conosco
Não permitindo que fossemos felizes
Mas todo vez q contemplo o mar eu vejo que ainda
Existe uma esperança de sermos felizes
E porque não tentarmos de novo?
Não importa quem errou
O importante é que eu quero sentir-te de novo
Beijar teus lábios
Sentir teu corpo ardente colado ao meu
Desejo te dia e noite
Eu não vou mais acreditar nas pessoas
Quando elas dizem que não vale mais a pena
Lutar por esse amor
Mas eu sinto dentro de mim que eu ainda posso ter você de novo
Você é o meu único desejo
Quando me olho no espelho e percebo que você não esta mais aqui
Sinto que algo dentro de mim se perdeu e percorresse um caminho
Sem volta
Quando a noite chega e com ela uma leve brisa vem tocar o meu rosto
Eu percebo que a sutileza do amor consiste na perda para uns e em um belo recomeço
Para outros
Recomeçar significar percorrer um árduo caminho e refazer a nossa historia.
E é isso que irei fazer.
Vou lutar a te trazer você de novo pra mim...